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O enorme sucesso de Guerreiras do K-Pop, animação da Netflix em parceria com a Sony Pictures Animation, continua repercutindo meses após seu lançamento. O filme se transformou em um fenômeno global, impulsionando também a popularidade das artistas responsáveis pelas performances musicais das personagens.
Mas, de acordo com a co-diretora e criadora Maggie Kang, a abordagem quase foi completamente diferente do resultado visto pelo público.
Em entrevista ao Deadline, Kang revelou que a versão original era “sombria, adulta e muito violenta”, e surgiu em 2018, quando a Sony procurou a cineasta com um conceito envolvendo um grupo feminino que salva o mundo de demônios aterrorizantes.
Apesar de não entrar em detalhes específicos sobre o quão violento era o projeto original, Kang indicou que o tom era radicalmente distinto. No produto final, embora existam diversas cenas de luta, a violência é estilizada e cartunesca, sem sangue ou brutalidade explícita.
A mudança de direção aconteceu cerca de seis meses após o início do desenvolvimento.
Na ocasião, a presidente da Sony Pictures Animation, Kristine Belson, acreditava que o conceito tinha potencial para se transformar em uma grande franquia, e por isso sugeriu reformulá-lo para atingir um público mais amplo.
Sabemos que uma sequência está em desenvolvimento e estreia em 2029 no streaming.
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Guerreiras do K-Pop acompanha estrelas do pop sul-coreanas que vivem uma vida dupla: durante o dia, são ícones adoradas da música; à noite, transformam-se em caçadoras de demônios, protegendo o mundo de forças sobrenaturais ocultas.
Fonte: Deadline
Fonte: ovicio.com.br