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Bong Joon-ho afirmou que assume total responsabilidade pelo resultado de Mickey 17, e pediu que eventuais críticas sejam direcionadas exclusivamente a ele, em vez da Warner Bros. Pictures.
O direito ao corte final fazia parte do contrato do cineasta, e tanto o estúdio quanto sua agência trabalharam para garantir sua liberdade criativa ao longo da produção.
Ou seja, não houve interferência externa.
“O corte final do diretor fazia parte do meu contrato, e todos no estúdio e também na minha agência fizeram o melhor possível para me proteger,” declarou ao site da Variety.
Joon Ho explicou que houve diversas discussões durante a pós-produção, mas negou qualquer tipo de pressão criativa.
“Claro, durante a pós-produção houve muitas discussões e muitas opiniões indo e voltando, mas nunca foi algo como alguém me forçando a fazer alguma coisa ou colocando pressão sobre mim.”
A grande diferença de Mickey 17 para seus outros trabalhos acabou sendo a escala muito maior.
“Então, felizmente, todos os meus filmes foram lançados como o corte final do diretor, até mesmo um tão grande quanto Mickey 17. E todas as partes boas desse filme e todas as partes ruins desse filme vieram de mim. Eu assumo total responsabilidade.”
Em seguida, concluiu de forma direta: “Critiquem a mim se vocês não gostaram dele.”
Houve um investimento de aproximadamente US$ 120 milhões, e sua bilheteria ficou em apenas US$ 131 milhões ao redor do mundo.
O prejuízo ficou acima de US$ 100 milhões.
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Mickey 17 agora pode ser encontrado no catálogo da HBO Max.
Fonte: Variety
Fonte: ovicio.com.br